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A time line dos impressos já foi feita. Há menos de dois anos, o mapa mundi abaixo fazia uma estimativa da sobrevida dos jornais mundo a fora, mas parece que a previsão era muito otimista. Projeções atuais apontam para o “florescimento” da indústria, mas em outras plataformas e com outros modelos de receita que devem ir além das tradicionais de assinatura e publicidade.

Mapa mundi da extinção dos jornais impressos

Mapa mundi da extinção dos jornais impressos, de 2010

O gráfico abaixo, do portal Trends in the Living Networks, aponta para esses novos modelos. Está claro que muitos desses novos formatos de receita estarão baseados nos consumidores da informação. A era do anúncio autosuficiente está findando. Os recursos deverão estar dispersos nos conteúdos multimídia.

Media revenue models

Media revenue models

A era das redes sociais está apenas no começo. Mudanças ainda virão e a consolidação do jornalismo cidadão virá junto com a transformação do tradicional mainstream das empresas de mídia num produto muito semelhante ao produzido nas redes. Uma certeza está no horizonte: a maioria das pessoas vai escolher a informação que quer, seja texto, vídeo, infográfico ou áudio, através das opiniões coletivas de suas redes pessoais. A ida à banca de revista vai ser coisa do passado.

O gráfico lá de cima, de 2010, vai parecer peça de museu daqui a menos de cinco anos. E o prazo deve ser esse porque a chamada mídia passiva já é caso de velório. Entre os que têm menos de 25 anos, o consumo de noticiário já envolve partilha e conversa com amigos e seguidores. Em breve eles terão 30 e estarão no comando.

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