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Oooops!

Oooops!

Pesquisando canções para compartilhar, deparei com uma verdade: nossos compositores são craques em dar o fora. Desde “Cancão da Despedida”, de Geraldo Azevedo, passando por “Drão”, de Gilberto Gil, os versos bonitos provavelmente não enganam quem foi abandonado, mas que levantam a moral, levantam.

Olha só os versos de “Soneto da Separação“, de Vinicius

De repente do rio fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto

Soneto da Separação

Em “Drão“, Gil magicamente transforma o trigo em pão

O amor da gente
É como um grão
Uma semente de ilusão
Tem que morrer pra germinar

Drão

Mas o xarope não é exclusivo dos compositores mais cabeça. Em “Separação“, José Augusto manda essa pérola

De coração
Eu só queria que você fosse feliz
Que outro consiga te fazer o que eu não fiz
Que você tenha tudo aquilo que sonhou

Sobra ainda pra o ex-galã Jerry Adriani, com outra “Separação

Quem será que estava errado
Quem foi o culpado da separação
Tudo aqui ficou tão triste
Nada mais existe, só a solidão

Para encerrar a leva dos poetas de final de romance, Geraldinho Azevedo é imbatível, com “Canção da Despedida

Amor não chora
Que a hora é de deixar
O amor de agora
Pra sempre ele ficar
Eu quis ficar aqui
Mas não podia
O meu caminho a ti
Não conduzia
Um rei mal coroado
Não queria

Canção da Despedida

Atenção:
O Ministério dos Relacionamentos avisa que os versos listados aqui podem causar fim de namoros, noivados e casamentos. Use com moderação.

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